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	<title>No Away</title>
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	<description>O início de um fim.</description>
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		<title>No Away</title>
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		<title>&#8220;Lata Velha&#8221; é uma grande farsa</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 15:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tibu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O bloco do Caldeirão do Huck “Lata Velha” é uma grande farsa, a fraude foi desmascarada por João Marcelo, um (in) feliz “contemplado” (leia-se enganado) pelo programa da Rede Globo, com o intuito de baratear custos e cumprir a promessa, o carro antigo a ser restaurado é trocado por outro, que então é reformado para se parecer com o carro do cliente. Após isso começa a segunda etapa, uma série de propostas e subornos para manter o cliente calado, até falsificação de documento e assinatura. Fico a pensar, se um bloco supostamente simples como o “Lata Velha” tem tantas fraudes, apenas para conseguir lucrar em cima, quantos podres ainda estão sob as mentiras e calunias da Globo? um dia a casa cai…<br />
<span id="more-16"></span><br />
<strong>Segue abaixo o texto original:</strong></p>
<p>Estava bom demais para ser verdade. Foi o que pensou João Marcelo Vieira, 37 anos, ao participar do quadro Lata velha, no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo.</p>
<p>O sonho de ver seu Opala verde, ano 79, transformado em uma supermáquina durou menos de 24 horas. No dia da gravação, o vendedor não percebeu que não existia mais nada do Opala no modelo reformado. Nem no dia seguinte, quando a produção rebocou novamente o carro para a oficina, alegando que iria acertar a documentação. Meses depois, ele recebeu o carro, e só então percebeu, com o documento na mão, que o registro era uma Caravan 79.</p>
<p>O próprio João Marcelo demorou para entender o que estava acontecendo. O documento esclarecia as dúvidas: a Caravan marrom, que antes pertencia a Rubem de Souza, em Minas Gerais, teria sido comprada por ele próprio por R$ 4.200! O problema é que João, dono de um quiosque na Praia do Recreio, garante que nunca esteve na cidade de Ribeirão das Neves, em Minas, tampouco adquiriu o carro e muito menos assinou o documento de compra e venda. Estava, segundo ele, configurada a fraude. E começou uma odisséia em busca do verdadeiro carro.</p>
<p>‘Me deram o documento do carro com minha assinatura falsificada e sumiram com o Opala, que era de um tio que morreu de câncer e me pediu para não vendê-lo nunca’, lembra João Marcelo. O Opala, que tinha o apelido carinhoso de Ogro, estava caindo aos pedaços, só pegava no tranco, mas quebrava galhos. O quiosqueiro nunca tinha pensado em fazer a reforma. A participação no Lata velha foi sugestão de dois clientes, os atores Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima. A pedido deles, João Marcelo escreveu uma carta, entregue, em mãos, a Luciano Huck, durante uma festa.</p>
<p>Dias depois, a produção do programa procurou pelo comerciante, fez entrevistas e fotos do carro. ‘Na terceira entrevista, o Luciano apareceu no meu quiosque já para pegar o carro. Ele me propôs cantar uma ópera. Tive sete aulas de canto em Niterói. Tudo isso levou uns 26 dias.</p>
<p>O carro supostamente foi para Belo Horizonte, eu acho, porque, até agora, a Justiça não conseguiu achar a oficina, cujo endereço foi passado pelo próprio dono, Paulinho Fonseca, baterista da banda Jota Quest’, diz João Marcelo.</p>
<p>Para ter seu carro modificado no programa, João interpretou no ar O sole mio, de Luciano Pavarotti, e emocionou o público. No dia seguinte à gravação, dei uma volta com o carro, escoltado pela Globo. Logo depois, a emissora mandou rebocá-lo sob alegação de que atualizaria a documentação. No quarto dia, recebi um telefonema da Rita, da produção do Caldeirão, dizendo que uma pessoa do Sul tinha oferecido R$ 120 mil para comprar meu carro. Não aceitei porque minha intenção era ficar com o Opala modificado’, explica.</p>
<p>Dois meses se passaram e nada do carro voltar. Ele conversou com Fernanda Lima, que conseguiu marcar uma reunião na Globo. Lá, João Marcelo diz que recebeu uma proposta financeira e que todos assumiram o erro do programa. Segundo o comerciante, a emissora não gostaria que o caso fosse para a Justiça. O encontro teria acontecido na sala do diretor da emissora Aloísio Legey. ‘Havia três advogados, o Paulinho, o Aloísio e a Ana Bezerra, diretora de produção. O Aloísio perguntou o que eu queria e disse que se eu levasse o caso para a Justiça demoraria três anos. Falei que não queria nada, só o meu carro de volta’, conta João Marcelo, que não esperava uma reação tão enérgica do diretor:</p>
<p>‘O Aloísio bateu na mesa e disse que isso poderia acabar com o programa do Luciano quando eu falei que minha carruagem tinha virado abóbora e, por isso, a situação era grave’, afirma.</p>
<p>O comerciante contou que ficou acertado no encontro que o programa devolveria o Opala transformado. Passados outros dois meses, o carro foi entregue. Mais uma vez, era a tal Caravan: ‘Quando me deram a documentação, vi que era da Caravan marrom. O carro foi comprado por R$ 4.200 e ainda falsificaram minha assinatura para legalizar a transferência. O número do chassi na documentação não era do Opala.</p>
<p>As placas de identificação nas portas do veículo também eram de outro carro. O carro é um Frankenstein, foi remontado em cima de outra carcaça’, garante.</p>
<p>Desde janeiro, corre na Justiça um processo contra a Rede Globo e a Oficina Nittro Hot Rods no cartório da 1ª Vara Cível, em Jacarepaguá, com um pedido de indenização por danos morais e materiais.</p>
<p>A pergunta que fica é a seguinte: Onde foi parar o Opala?!?…</p>
<p>E para quem ainda não acredita, verifique o andamento do processo no site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (<a href="http://www.tj.rj.gov.br" target="_blank">http://www.tj.rj.gov.br</a>). Coloque em pesquisar processos de 1ª instância e depois o número 2007.203.000972-9</p>
<br />Publicado emTextos  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/noaway.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/noaway.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/noaway.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/noaway.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/noaway.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/noaway.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/noaway.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/noaway.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/noaway.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/noaway.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/noaway.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/noaway.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/noaway.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/noaway.wordpress.com/16/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=noaway.wordpress.com&amp;blog=5002704&amp;post=16&amp;subd=noaway&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Lixo reciclado</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 14:48:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tibu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas]]></category>

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		<description><![CDATA[A produção de resíduos é inerente à condição humana e inexorável. A lata de lixo não é um desintegrador mágico de máteria! O lixo continua existindo depois que o jogamos na lixeira. Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção. Como? Reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando os materiais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=noaway.wordpress.com&amp;blog=5002704&amp;post=10&amp;subd=noaway&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de resíduos é inerente à condição humana e inexorável.</p>
<p>A lata de lixo não é um desintegrador mágico de máteria!</p>
<p>O lixo continua existindo depois que o jogamos na lixeira. Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção. Como? Reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva.</p>
<p>A coleta seletiva é uma alternativa ecologicamente correta que desvia, do destino em aterros sanitários ou lixões, resíduos sólidos que poderiam ser reciclados. Com isso, alguns objetivos importantes são alcançados: a vida útil dos aterros sanitários é prolongada e o meio ambiente é menos contaminado. Além disso, o uso de matéria prima reciclável diminui a extração dos nossos tesouros naturais. Uma lata velha que se transforma em uma lata nova é muito melhor que uma lata a mais. E de lata em lata o planeta vai virando um lixão…</p>
<p>No Brasil existe coleta seletiva em cerca de 135 cidades, de acordo com o professor Sabetai Calderoni (autor do livro Os Bilhões Perdidos no lixo Ed. Humanitas). Na maior parte dos casos, a coleta é realizada pelos Catadores Cooperativados.</p>
<p>Sistemas de coleta seletiva podem ser implantados em uma escola, uma empresa ou um bairro. É muito importante pensar globalmente mas AGIR localmente!</p>
<p>Na verdade o indivíduo não recicla; quem recicla é a indústria. O que nós podemos fazer é preciclar e também separar o lixo para a reciclagem. Verifique antes qual vai ser a destinação mais próxima. Procure uma cooperativa de catadores em sua cidade ou postos de entrega voluntária.<span id="more-10"></span></p>
<p><strong>Preciclar</strong></p>
<p>Você sabe o que é preciclar? É muito simples! É pensar antes de comprar. 40% do que nós compramos é lixo.</p>
<p>São embalagens que, quase sempre, não nos servem para nada, que vão direto para o lixo aumentar os nossos restos imortais no planeta. Poderia ser diferente? Tudo sempre pode ser melhor. Pense no resíduo da sua compra antes de comprar. As vezes um produto um pouco mais caro tem uma embalagem aproveitável para outros fins.</p>
<p>Estes são os 3 R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar</p>
<p>Reduzir o desperdício, Reutilizar sempre que for possível antes de jogar fora, e Reciclar, ou melhor: separar para a reciclagem, pois, na verdade, o indivíduo não recicla (a não ser os artesãos de papel reciclado).</p>
<p>O termo reciclagem, tecnicamente falando, não corresponde ao uso que fazemos dessa palavra pois reciclar é transformar algo usado, em algo igual, só que novo. Por exemplo, uma lata de alumínio, pós consumo, é transformada, através de processo industrial, em uma lata nova. Quando transformamos uma coisa em outra coisa, isso é reutilização. O que nós, como indivíduos, podemos fazer, é praticar os dois primeiros R’s: reduzir e reutilizar. Quanto à reciclagem, o que nós devemos fazer é separar o lixo que produzimos e pesquisar as alternativas de destinação, ecologicamente corretas, mais próximas.</p>
<p>Pode ser uma cooperativa de catadores ou até uma instituição filantrópica que receba material reciclável para acumular e comercializar.</p>
<p>O importante é pensarmos sobre os 3 R’s procurando evitar o desperdício, reutilizar sempre que possível e, antes de mais nada, preciclar! Ou seja: Pensar antes de comprar. Pensar no resíduo que será gerado.</p>
<p>Evite embalagens plásticas: elas poderão ser transformadas em produtos plásticos reciclados. O vidro é totalmente reciclável e muito mais útil em termos de reutilização da embalagem.</p>
<p>Preciclar é pensar que a história das coisas não acaba quando as jogamos no lixo. Tampouco acaba a nossa responsabilidade!</p>
<p><strong>Dicas para você separar o seu lixo para a coleta seletiva:</strong></p>
<p>- Não é complicado, nem precisa separar por tipo de material pois, na maioria das cidades, a coleta dos materiais recicláveis é feita por um veículo que não tem separações. O material é separado e enfardado na cooperativa. Basta colocar uma lata de lixo a mais na sua cozinha e separar: em uma o lixo seco, e na outra lixo úmido.</p>
<p>- Lixo seco: papel, papelão, jornais, revistas, cadernos, folhas soltas, caixas e embalagens em geral, caixa de leite, caixas de papelão (desmontadas), metais (ferrosos e não ferrosos) latas em geral, alumínio, cobre, pequenas sucatas, copos de metal e de vidro, garrafas, potes e frascos de vidro (inteiros ou quebrados), plásticos (todos os tipos), garrafas PET, sacos e embalagens, brinquedos quebrados, utensílios domésticos quebrados.</p>
<p>- Lixo úmido: cascas de frutas e legumes (lixo compostável), restos de comida, papel de banheiro, sujeira de vassoura e de cinzeiro.</p>
<p>- Não recicláveis: papel higiênico, papel plastificado, papel de fax ou carbono, vidros planos, cerâmicas ou lâmpadas.</p>
<p>- Lembre-se que pilhas e baterias não podem ser descartadas no lixo doméstico, pois contém metais pesados e, quando molhadas, contaminam o meio ambiente. Ligue para o Serviço de Limpeza Pública de sua cidade para saber se há postos de entrega voluntária para pilhas e baterias.</p>
<p>E os materiais que não tem mercado? (pois é: tem materiais que certas cooperativas não recolhem porque não encontram mercado. Neste caso teremos de encontrar outra destinação.)</p>
<p>Então fica assim: uma lata menor com um saco de supermercado (reutilização!) para colocar o lixo que vai ser coletado pelo lixeiro. Lembre-se de só o colocar na rua nos dias e horários certos.</p>
<p>Outra lata, maior, para colocar apenas o lixo seco reciclável. Esta lata, provavelmente, será esvaziada uma vez por semana, na melhor das hipóteses, e, portanto, o material deve estar limpinho para não atrair insetos.</p>
<p>Se você assina um jornal deve produzir uma pilha de um metro, pelo menos, por mês. Vá juntando o lixo papel, bem como as embalagens de papelão, as perdas da impressora, etc…Revistas podem ser úteis na escola mais próxima. Latas de conserva são de ferro, e as de refrigerante e cerveja geralmente são de alumínio. Elas devem ser acumuladas limpas e sem rótulo. As de alumínio podem ser amassadas como uma sanfoninha, o que economizará espaço.</p>
<p>Quando as latas estiverem cheias dê o destino certo para cada uma: coloque o lixo úmido no horário e no dia certo da coleta convencional e o reciclável leve para a Cooperativa de Catadores de Lixo mais próxima.</p>
<p>Como implantar um projeto de coleta seletiva em minha escola, bairro ou cidade?</p>
<p>Este interesse pela coleta seletiva e reciclagem é muito importante!</p>
<p>Porém existem dois outros ítens igualmente importantes nessa cadeia que são a educação ambiental e a destinação. Sem que cada elo desta corrente seja previsto e planejado o sucesso da empreitada fica comprometido.</p>
<p>Na prática a sequência desta cadeia deve funcionar assim:</p>
<p>Educação ambiental &#8211; Coleta seletiva &#8211; Destinação &#8211; Reciclagem</p>
<p>Mas, em primeiro lugar, temos que pensar na destinação, pois não vai adiantar nada acumular materiais recicláveis em nosso quintal antes de saber que destino dar a esse material. (esta prática inclusive permite o acúmulo de água parada e a transmissão da dengue).</p>
<p>O comércio de recicláveis tem características fortes que, eventualmente, dificultam a implantação de coleta seletiva. Este comércio tem 4 exigências determinantes:</p>
<p><strong>Os quatro fatores:</strong></p>
<p>Quantidade, Qualidade, Freqüência e Forma de pagamento.</p>
<p>As indústrias recicladoras, principais compradores de matéria prima reciclável, só compram em grandes quantidades (mínimo 1 tonelada), material selecionado e enfardado; isso determina a qualidade. A indústria dá preferência a quem fornece sempre esse material: frequência. E a forma de pagamento constuma ser em 30 a 40 dias. As indústrias recicladoras são fábricas de vidro, de papel e papelão, de latas de alumínio e fábricas de sacos de lixo que reciclam alguns tipos de plástico.</p>
<p>Antes de começar a coletar precisamos mapear as possíveis destinações do material a ser coletado.</p>
<p>Ou seja: precisamos nos programar para alcançarmos excelência nestes fatores. O ideal é investir em um galpão de no mínimo 500m2 para acumular papel e papelão enfardado (que não pode tomar chuva como outros materiais), e uma prensa-enfardadora. Por questões financeiras, talvez não seja possível começar assim.</p>
<p>De qualquer maneira continuamos tendo que pensar no destino do lixo reciclável que vamos coletar. Deve haver sucateiros em sua cidade. Estes não são tão exigentes quanto as indústrias recicladoras e compram em menor quantidade, mas pagam bem menos. Eles são os atravessadores e quanto menor for o sucateiro, menos ele vai pagar. Cadastre-os. Faça uma pesquisa de quanto eles pagam por kg de material e veja se é possível começar assim. Cheque que materiais eles compram, para encontrar destino para tudo o que vocês pretendem coletar: papel e papelão, vidro, lata de alumínio, sucata ferrosa e plásticos (checar quais tipos são comprados pois são muitos os tipos. Desenvolver o artesanato com alguns tipos não comercialmente interessantes pode ser uma boa.</p>
<p>Outra coisa: quanto mais perto o destino do lixo reciclável, melhor, para evitar o aumento do custo do transporte do material. O custo do transporte é o grande vilão da coleta seletiva.</p>
<p>Faça contato com os catadores existentes. Talvez seja conveniente organizá-los em cooperativa ou associação. Os programas que existem em cidades brasileiras há mais de 5 anos são tocados pelas cooperativas, em sua totalidade. Esta prática tem originado um silencioso e belo movimento de inclusão social, já que os catadores são, eventualmente, pessoas que viviam na exclusão social, seja na adicção ou outras formas degradantes de marginalidade; e através do trabalho cooperativado tiram seus salários e recuperam seu lugar na sociedade.</p>
<p>Uma outra destinação importante na viabilização de pequenos projetos de implantação de coleta seletiva, tais como condomínios e escolas, são as instituições filantrópicas que já comercializam com algum atravessador o material reciclável que acumula. A doação será muito bem vinda e o objetivo principal que era evitar que este material fosse parar no aterro sanitário e fazer com que ele retorne para a linha de produção, economizando recursos naturais, será alcançado.</p>
<p>Se o seu objetivo é ter lucro isso é possível, desde que você tenha economia de escala lembrando sempre dos quatro fatores apresentados nestas informações básicas.</p>
<p>Não é fácil, mas é muito importante. Não desistam!</p>
<p>Fonte: Pólita Gonçalves</p>
<br />Publicado emTextos  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/noaway.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/noaway.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/noaway.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/noaway.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/noaway.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/noaway.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/noaway.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/noaway.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/noaway.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/noaway.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/noaway.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/noaway.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/noaway.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/noaway.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=noaway.wordpress.com&amp;blog=5002704&amp;post=10&amp;subd=noaway&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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